{"id":129,"date":"2019-04-03T13:57:04","date_gmt":"2019-04-03T13:57:04","guid":{"rendered":"https:\/\/autismo.odo.br\/site\/?p=129"},"modified":"2020-04-11T15:25:05","modified_gmt":"2020-04-11T15:25:05","slug":"dental-care-to-patients-with-autism-clinical-management-guidelines-rbo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/autismo.odo.br\/site\/dental-care-to-patients-with-autism-clinical-management-guidelines-rbo\/","title":{"rendered":"ARTIGO: Dental care to patients with autism: clinical management guidelines &#8211; RBO"},"content":{"rendered":"\n<p><a href=\"http:\/\/www.revista.aborj.org.br\/index.php\/rbo\/article\/view\/1367\/pdf\">Link: http:\/\/www.revista.aborj.org.br\/index.php\/rbo\/article\/view\/1367\/pdf<\/a><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-file\"><a href=\"http:\/\/autismo.odo.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1367-5088-1-PB-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Download  English version (PDF) <\/strong><\/a><a href=\"http:\/\/autismo.odo.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/1367-5088-1-PB-1.pdf\" class=\"wp-block-file__button\" download>Download<br><\/a><\/div>\n\n\n\n<p>Artigo publicado na Revista Brasileira de Odontologia <\/p>\n\n\n\n<p>Revis\u00e3o de Literatura\/Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Submitted: 11\/19\/2018&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Accepted: 12\/28\/2018&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ATEN\u00c7\u00c3O ODONTOL\u00d3GICA AO PACIENTE COM AUTISMO: DIRETRIZES DE ATENDIMENTO<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lais&nbsp;David Amaral<sup>1<\/sup>, Rafaela Sabino e Andrade<sup>1<\/sup>, Daniele Machado da Silveira Pedrosa<sup>1<\/sup>, Andr\u00e9ia de Aquino Marsiglio<sup>1<\/sup>, Claudia Maria de Souza Peruchi<sup>1<\/sup>, Eric&nbsp;Jacomino&nbsp;Franco<sup>1<\/sup>, Alexandre Franco Miranda<sup>1<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><sup>1<\/sup>School of Health and Medicine, School of Dentistry, Catholic University of Brasilia (UCB),&nbsp;\u00c1guas&nbsp;Claras, Bras\u00edlia, DF, Brazil&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>The&nbsp;<\/strong><strong>authors<\/strong><strong>&nbsp;declare no&nbsp;<\/strong><strong>conflict<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>of<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>interest<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Corresponding<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Author<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lais&nbsp;David Amaral&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"mailto:lais.davidamaral@gmail.com\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">lais.davidamaral@gmail.com<\/a>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RESUMO<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Objetivo<\/strong>: realizar uma revis\u00e3o de literatura sobre esta condi\u00e7\u00e3o, discutindo as necessidades bucais destes sujeitos e propondo diretrizes para que os profissionais da odontologia tornem poss\u00edvel o acolhimento de pessoas com autismo em suas pr\u00e1ticas cl\u00ednicas.&nbsp;<strong>Material e m\u00e9todos<\/strong>: Foi realizada uma pesquisa nas bases de dados Web&nbsp;of&nbsp;Science,&nbsp;PubMed&nbsp;e Cochrane Library, onde foram selecionados artigos de revis\u00f5es sistem\u00e1ticas,&nbsp;metan\u00e1lise&nbsp;e ensaios cl\u00ednicos, entre os per\u00edodos de 2008 a 2018.&nbsp;<strong>Resultados<\/strong>: Foram selecionados 28 artigos que definem e discutem a condi\u00e7\u00e3o do espectro do autismo e sua rela\u00e7\u00e3o com sa\u00fade bucal. Os estudos tamb\u00e9m apontam as dificuldades de pais e profissionais da odontologia quanto a higiene bucal e acolhimento destes sujeitos em ambiente odontol\u00f3gico.&nbsp;<strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: Refletindo sobre estas pr\u00e1ticas e as novas abordagens, ponderam-se novas condutas profissionais, orientadas a elevar a qualidade da aten\u00e7\u00e3o odontol\u00f3gica ao paciente com autismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Palavras-chave: Autismo; Odontologia; Capacita\u00e7\u00e3o em Servi\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ABSTRACT<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Key&nbsp;words:&nbsp;Autism;&nbsp;Dentistry;&nbsp;Inservice&nbsp;Training.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O autismo \u00e9 um tipo relevante de transtorno do desenvolvimento neurol\u00f3gico. Caracteriza-se como um dist\u00farbio que promove altera\u00e7\u00f5es qualitativas na reciprocidade das intera\u00e7\u00f5es sociais e nos padr\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o, que passam a ser restritos, estereotipados e\/ou repetitivos. A trajet\u00f3ria de desenvolvimento ainda n\u00e3o est\u00e1 bem definida, no entanto sabe-se que se trata de uma condi\u00e7\u00e3o irrevers\u00edvel.<sup>1-3<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Descrito pela primeira vez em 1943, pelo psiquiatra L\u00e9o&nbsp;Kanner, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) atualmente \u00e9 definido pela Associa\u00e7\u00e3o Psiqui\u00e1trica Americana (2013), atrav\u00e9s do Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais (DSM-5) como um transtorno do neurodesenvolvimento, que se manifesta de maneira grave, durante toda a vida. Os sinais devem estar presentes at\u00e9 os 30 meses de vida.<sup>2,4,5<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As frequ\u00eancias relatadas de transtorno do espectro autista nos Estados Unidos e em outros pa\u00edses, alcan\u00e7aram 1% da popula\u00e7\u00e3o, com estimativas similares em amostras de crian\u00e7as e adultos.&nbsp;<sup>6<\/sup>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico que identifica um indiv\u00edduo dentro do espectro do autismo \u00e9 cl\u00ednico, apresentado por uma tr\u00edade de d\u00e9ficits que envolvem comprometimento nas \u00e1reas da comunica\u00e7\u00e3o, intera\u00e7\u00e3o social e repert\u00f3rio restrito de interesses e atividades.<sup>7,8<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Indiv\u00edduos com diagn\u00f3stico de autismo podem apresentar diferentes combina\u00e7\u00f5es de sinais e sintomas, havendo tamb\u00e9m distin\u00e7\u00e3o da gravidade destas caracter\u00edsticas, dentro de cada dom\u00ednio. Quando combinadas, podem envolver defici\u00eancia intelectual, convuls\u00f5es, ansiedade, d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o e hiperatividade. Cada indiv\u00edduo com diagn\u00f3stico de autismo, apresenta-se como uma constela\u00e7\u00e3o \u00fanica de comportamentos e desafios.<sup>9,10<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diante das dificuldades enfrentadas por estes indiv\u00edduos e consequentemente as limita\u00e7\u00f5es que esta condi\u00e7\u00e3o acarreta, devem ser realizados acompanhamentos frequentes por profissionais de sa\u00fade, incluindo a \u00e1rea da odontologia.<sup>3,11<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Identificar e buscar solu\u00e7\u00f5es para a promo\u00e7\u00e3o de sa\u00fade bucal destes indiv\u00edduos \u00e9 papel fundamental dos profissionais de odontologia, que necessitam estar aptos para a realiza\u00e7\u00e3o desta tarefa. Esta deve ser uma busca constante, visando um acolhimento integral do paciente com TEA, proporcionando atendimentos mais efetivos e a\u00e7\u00f5es menos desgastantes e estressantes para estes sujeitos e seus familiares.<sup>11,12<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi realizar uma revis\u00e3o de&nbsp;literatura,&nbsp; propondo&nbsp;tamb\u00e9m diretrizes para que cirurgi\u00f5es dentistas possam acolher autistas em suas pr\u00e1ticas cl\u00ednicas e desempenhar com sucesso seu papel como profissional da sa\u00fade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Material e m\u00e9todos<\/strong>:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Para a elabora\u00e7\u00e3o deste artigo, foi realizada uma pesquisa no per\u00edodo de dezembro de 2017 a junho de 2018, consultando os bancos de dados&nbsp;PubMed, Web&nbsp;of&nbsp;Science e Cochrane Library. Para tanto, buscou-se estudos com foco em aten\u00e7\u00e3o odontol\u00f3gica a pacientes com autismo, utilizando-se uma combina\u00e7\u00e3o com os seguintes descritores: \u201cautismo\u201d, \u201codontologia\u201d, \u201ccapacita\u00e7\u00e3o em servi\u00e7o\u201d, extra\u00eddos dos Descritores em Ci\u00eancias da Sa\u00fade (DeCS) e Medical&nbsp;Subject&nbsp;Headings&nbsp;(MeSH). Artigos cient\u00edficos em ingl\u00eas e portugu\u00eas, considerados relevantes, atuais e publicados em peri\u00f3dicos indexados, com o conselho editorial e o ISSN (International&nbsp;Standard Serial&nbsp;Number) foram selecionados. Como crit\u00e9rios de inclus\u00e3o, as publica\u00e7\u00f5es dos anos entre 2008 a 2018, publicados nos idiomas portugu\u00eas e ingl\u00eas, foram levados em considera\u00e7\u00e3o, o que trouxe resultados de ensaios cl\u00ednicos, revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e&nbsp;metan\u00e1lises. Foram exclu\u00eddos relatos de casos cl\u00ednicos e publica\u00e7\u00f5es que n\u00e3o tinham o texto completo dispon\u00edvel. Ap\u00f3s realizar a leitura dos t\u00edtulos e resumos, foram exclu\u00eddas as duplicidades e 28 artigos foram selecionados, por estarem diretamente relacionados ao tema e considerados relevantes para a constru\u00e7\u00e3o desta revis\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Resultados<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Os estudos selecionados abordam as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e caracter\u00edsticas de pessoas com autismo, bem como as formas de tratamento, al\u00e9m de estudos relacionados a condi\u00e7\u00e3o bucal destes sujeitos e as dificuldades enfrentadas por pais e profissionais de odontologia nos cuidados em higiene bucal destes sujeitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autismo<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a American&nbsp;Psychiatric&nbsp;Association&nbsp;(2013) o autismo \u00e9 uma&nbsp;inadequacidade&nbsp;no desenvolvimento, que se manifesta de maneira grave por toda a vida, podendo ser incapacitante. Acomete cerca de 20 entre cada 10 mil nascidos e \u00e9 quatro vezes mais comum no sexo masculino do que no feminino.<sup>1,3,9<\/sup>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados de preval\u00eancia desta condi\u00e7\u00e3o variam de acordo com o pa\u00eds, devido \u00e0s discrep\u00e2ncias relacionadas com os crit\u00e9rios, diagn\u00f3sticos e influ\u00eancias ambientais. No Brasil, embora n\u00e3o haja um levantamento espec\u00edfico para estes sujeitos, em 2010, estimava-se haver cerca de 500 mil pessoas com autismo. Esta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 encontrada em todo o mundo e em fam\u00edlias de qualquer configura\u00e7\u00e3o racial, \u00e9tnica e social. N\u00e3o existe comprova\u00e7\u00e3o de qualquer causa psicol\u00f3gica no meio ambiente dessas crian\u00e7as, que possa justificar o autismo.<sup>11,13<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O diagn\u00f3stico desta condi\u00e7\u00e3o \u00e9 essencialmente cl\u00ednico, realizado a partir das observa\u00e7\u00f5es do indiv\u00edduo, entrevistas com os pais ou respons\u00e1veis e aplica\u00e7\u00e3o de instrumentos espec\u00edficos. Os crit\u00e9rios utilizados para diagnosticar o autismo est\u00e3o descritos na Quinta Edi\u00e7\u00e3o do Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais.<sup>6<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es do transtorno variam imensamente, dependendo do n\u00edvel de desenvolvimento e da idade cronol\u00f3gica do indiv\u00edduo. Al\u00e9m disso, pessoas com TEA podem apresentar comprometimento mental e sens\u00f3rio perceptivo.<sup>14<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crit\u00e9rios de Diagn\u00f3stico de acordo com o DSM \u2013 V (2013)<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais, em sua vers\u00e3o atual (DSM \u2013 5), realizou uma fus\u00e3o do TEA onde o Transtorno do Espectro Autista engloba o transtorno de Asperger, o transtorno&nbsp;desintegrativo&nbsp;da inf\u00e2ncia, o transtorno de&nbsp;Rett&nbsp;e o transtorno global do desenvolvimento sem outra especifica\u00e7\u00e3o.<sup>6<\/sup>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esta mudan\u00e7a foi implementada para melhorar a sensibilidade e a especificidade dos crit\u00e9rios para o diagn\u00f3stico do TEA e para identificar alvos mais focados, com necessidade de tratamento para os preju\u00edzos espec\u00edficos observados em cada indiv\u00edduo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, para estabelecer um diagn\u00f3stico cl\u00ednico confi\u00e1vel de transtorno do espectro autista, \u00e9 importante classificar estes indiv\u00edduos de acordo com tr\u00eas n\u00edveis de gravidade desta condi\u00e7\u00e3o, apresentados abaixo (Tabela 1).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico de acordo com o CID-11<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) apresentou recentemente (Junho&nbsp;de 2018) a vers\u00e3o atual da Classifica\u00e7\u00e3o Estat\u00edstica Internacional de Doen\u00e7as e Problemas Relacionados a Sa\u00fade (CID 11), prevista para ser oficialmente apresentada em maio de 2019, trazendo mudan\u00e7as no diagn\u00f3stico e classifica\u00e7\u00e3o do TEA. Diferente do CID 10, que dividia os Transtornos Globais do Desenvolvimento em autismo, s\u00edndromes e outros transtornos, a vers\u00e3o atual tem como principal mudan\u00e7a, a descri\u00e7\u00e3o do TEA em diagn\u00f3stico que envolve ou n\u00e3o a defici\u00eancia intelectual e o preju\u00edzo da linguagem funcional (Tabela 2).<sup>15<\/sup>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Autismo e Odontologia<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando uma fam\u00edlia recebe o diagn\u00f3stico de autismo de um filho, ela costuma ser orientada sobre as terapias necess\u00e1rias para estimular o melhor desenvolvimento social e cognitivo da crian\u00e7a. Entretanto, as orienta\u00e7\u00f5es com os cuidados que devem ser adotados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade bucal, nem sempre s\u00e3o repassados. Esse pode ser um motivo que faz com que pessoas com autismo tenham, com frequ\u00eancia, uma dieta&nbsp;cariog\u00eanica, associada a uma higiene bucal prec\u00e1ria, o que pode levar a uma condi\u00e7\u00e3o bucal desfavor\u00e1vel.<sup>5,17<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Levar uma pessoa com TEA a uma avalia\u00e7\u00e3o odontol\u00f3gica pode ser uma das \u00faltimas preocupa\u00e7\u00f5es dos cuidadores, pois diante de tantas atividades e ang\u00fastias vividas por algumas fam\u00edlias, estas acabam n\u00e3o valorizando (ou n\u00e3o tendo tempo h\u00e1bil para valorizar) a sa\u00fade bucal e, em muitas situa\u00e7\u00f5es, s\u00f3 se lembram da visita ao cirurgi\u00e3o dentista quando a dor se faz presente.<sup>13,17<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A comunica\u00e7\u00e3o comprometida de algumas pessoas com autismo pode conduzir estes indiv\u00edduos a incapacidade de expressar desconforto ou dor, agravando os quadros de patologias bucais instaladas.<sup>11<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Indiv\u00edduos com TEA, muitas vezes oferecem pouca colabora\u00e7\u00e3o durante procedimentos m\u00e9dicos e odontol\u00f3gicos, mesmo aqueles considerados pouco invasivos em odontologia, pois tais procedimentos podem causar ansiedade, afli\u00e7\u00e3o e medo nestas pessoas. Estrat\u00e9gias comportamentais t\u00eam sido usadas para dessensibilizar estes pacientes aos procedimentos m\u00e9dicos e odontol\u00f3gicos dos quais necessitam.<sup>13,17<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esta popula\u00e7\u00e3o t\u00eam uma preval\u00eancia de c\u00e1rie estatisticamente semelhante&nbsp;a&nbsp;de pessoas que n\u00e3o est\u00e3o dentro deste espectro, por\u00e9m indiv\u00edduos autistas apresentam maior preval\u00eancia em problemas periodontais, al\u00e9m de baixo fluxo salivar (associado ao uso de medicamentos anticonvulsivantes e ansiol\u00edticos), o que pode contribuir para maior risco ao desenvolvimento de doen\u00e7as bucais.<sup>18<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo os estudos realizados por Amaral, Carvalho e Bezerra (2016), pessoas com autismo apresentam ainda uma frequ\u00eancia elevada de altera\u00e7\u00f5es extra bucais, mais problemas ortod\u00f4nticos que indiv\u00edduos sem esta condi\u00e7\u00e3o e as altera\u00e7\u00f5es de mucosa oral e periodonto s\u00e3o mais frequentes.<sup>11<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e9cnicas, programas de dessensibiliza\u00e7\u00e3o e abordagens de gerenciamento do comportamento de pessoas com dist\u00farbios mentais incluem o padr\u00e3o mais frequente para um atendimento diferencial, que inclui o acolhimento, envolvimento familiar, controle comportamental e suporte psicol\u00f3gico.<sup>19,20,21<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As novas t\u00e9cnicas para atendimento odontol\u00f3gico de pessoas com autismo e pacientes com necessidades especiais, s\u00e3o apresentadas em estudos que incluem a\u00e7\u00f5es que v\u00e3o al\u00e9m da seda\u00e7\u00e3o e tratamentos restauradores e\/ou mutiladores. O estudo da condi\u00e7\u00e3o do autismo permite a amplia\u00e7\u00e3o na rela\u00e7\u00e3o entre profissionais e pacientes com TEA, proporcionando um avan\u00e7o nas formas de abordagem, intera\u00e7\u00e3o, cuidado e assist\u00eancia destes sujeitos.<sup>13,22-24<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pouca informa\u00e7\u00e3o existe sobre atividades que envolvem capacita\u00e7\u00e3o de recursos humanos em odontologia acerca dos principais agravos bucais de pacientes autistas, particularmente pelo desconhecimento e falta de um guia com orienta\u00e7\u00f5es sobre as pr\u00e1ticas de aten\u00e7\u00e3o odontol\u00f3gica para estes sujeitos.<sup>11,25<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DIRETRIZES PARA O TRATAMENTO ODONTOL\u00d3GICO DE PACIENTES COM TEA<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os esfor\u00e7os para construir as formas mais convenientes de atendimento em sa\u00fade s\u00e3o essenciais para a motiva\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o da equipe odontol\u00f3gica, al\u00e9m de promover uma maior seguran\u00e7a, sistematiza\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o; educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade e a otimiza\u00e7\u00e3o e qualidade no atendimento prestado. Al\u00e9m disso, os estudos epidemiol\u00f3gicos e a cria\u00e7\u00e3o de sistematiza\u00e7\u00f5es (ou orienta\u00e7\u00f5es) de atendimento em sa\u00fade para pacientes com autismo, tamb\u00e9m s\u00e3o fundamentais para a multiplica\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es e experi\u00eancias obtidas, visando a qualidade no atendimento, a otimiza\u00e7\u00e3o do tempo e a seguran\u00e7a, n\u00e3o s\u00f3 da equipe multiprofissional envolvida, como tamb\u00e9m do paciente e de seus familiares.<sup>11-13,16<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O cuidado em sa\u00fade bucal de indiv\u00edduos no espectro do autismo requer conhecimento especializado por parte dos profissionais, a fim de buscar as melhores e mais eficazes estrat\u00e9gias adaptadas a promo\u00e7\u00e3o de sa\u00fade desta popula\u00e7\u00e3o. As caracter\u00edsticas complexas associadas a desordens do espectro autista podem tornar dif\u00edcil o acesso ao adequado servi\u00e7o odontol\u00f3gico. Embora o autismo seja uma condi\u00e7\u00e3o \u00fanica, ele se manifesta de maneira diferente em cada indiv\u00edduo, por isso \u00e9 necess\u00e1rio que haja uma abordagem individualizada para cada um destes sujeitos.<sup>17,18,25<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o frequentes as barreiras enfrentadas por estes indiv\u00edduos e seus familiares na busca por cuidados em sa\u00fade bucal. Isto pode acontecer pela dificuldade em encontrar profissionais capacitados e aptos a lidar com pacientes autistas e a complexidade envolvendo o comportamento destes, al\u00e9m de altos custos de tratamentos especializados, a ansiedade e as preocupa\u00e7\u00f5es quanto ao tratamento odontol\u00f3gico por parte dos pais e a escassez deste servi\u00e7o especializado oferecido nos servi\u00e7os p\u00fablicos de sa\u00fade.<sup>11,26,27<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O planejamento de gerenciamento do comportamento, atrav\u00e9s da dessensibiliza\u00e7\u00e3o, tem o objetivo de ajudar o paciente a se familiarizar com o ambiente odontol\u00f3gico, pessoal e equipamentos. Esta abordagem de acolhimento pode ser feita em v\u00e1rias etapas, divididas em v\u00e1rias visitas a realizar-se preferencialmente nos mesmos hor\u00e1rios, com a mesma equipe e envolvendo o m\u00ednimo de altera\u00e7\u00f5es poss\u00edvel.<sup>3,13,26,27<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Estabelecendo uma rela\u00e7\u00e3o baseada na confian\u00e7a entre profissional, paciente e familiares, em cada uma dessas visitas, \u00e9 poss\u00edvel conquistar um novo passo que inclui, o paciente sentar-se sozinho na cadeira odontol\u00f3gica, familiarizar-se com o exame cl\u00ednico a fim de permitir que o profissional possa planejar o tratamento que ser\u00e1 realizado. Para isso, podem ser usados instrumentos como a pr\u00f3pria escova dental, que promover\u00e1 cuidados em preven\u00e7\u00e3o e o in\u00edcio de um contato f\u00edsico, durante as primeiras abordagens odontol\u00f3gicas.<sup>11,16,28<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, este estudo prop\u00f5e uma s\u00e9rie de sugest\u00f5es que profissionais da sa\u00fade bucal podem lan\u00e7ar m\u00e3o durante o atendimento de pacientes com TEA. Deve-se levar em considera\u00e7\u00e3o a individualiza\u00e7\u00e3o destas abordagens e compreender que estas diretrizes podem ser usadas de maneira aleat\u00f3ria ou apenas servir de inspira\u00e7\u00e3o para que os profissionais criem suas pr\u00f3prias ferramentas de abordagem.&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As diretrizes que envolvem a realiza\u00e7\u00e3o de procedimentos odontol\u00f3gicos de pacientes com autismo, nos servi\u00e7os de sa\u00fade podem ser divididas nas seguintes etapas: 1. Abordagem familiar e reconhecimento da rotina de indiv\u00edduos com TEA (inicialmente o primeiro contato pode ser atrav\u00e9s de uma conversa e anamnese criteriosa com os pais ou respons\u00e1veis pelo paciente com TEA e neste momento o profissional pode propor uma visita domiciliar para estabelecer o primeiro contato com o paciente em um lugar que seja familiar ao paciente); 2. Dessensibiliza\u00e7\u00e3o entre o paciente com TEA, seus familiares e a equipe odontol\u00f3gica, quanto a realiza\u00e7\u00e3o de procedimentos odontol\u00f3gicos, dando in\u00edcio \u00e0s primeiras visitas do paciente ao ambiente odontol\u00f3gico; 3. Continua\u00e7\u00e3o da anamnese detalhada com hist\u00f3rico do paciente. O profissional pode considerar realizar o exame cl\u00ednico sentando-se no ch\u00e3o com o paciente e usar a pr\u00f3pria escova dental ou palitos de madeira, o que permitir\u00e1 a execu\u00e7\u00e3o de uma primeira avalia\u00e7\u00e3o geral da condi\u00e7\u00e3o bucal e planejamento de tratamentos mais emergenciais, caso haja; 4. Avalia\u00e7\u00e3o individual dos casos, tra\u00e7ando os perfis de cada paciente e seu contexto familiar, para planejar as ferramentas que ir\u00e3o compor a realiza\u00e7\u00e3o destes atendimentos (avaliar a necessidade e viabilidade de estabiliza\u00e7\u00e3o protetora, seda\u00e7\u00e3o, utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00fasica ou objetos l\u00fadicos); 5. Avalia\u00e7\u00e3o individual quanto a necessidade de utiliza\u00e7\u00e3o de anestesia local, levando em conta que, embora pacientes com autismo possam apresentar um limiar de dor maior que pessoas sem esta condi\u00e7\u00e3o, tratamentos invasivos podem gerar desconforto. No entanto, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio considerar o efeito p\u00f3s-operat\u00f3rio da anestesia em cada paciente, podendo ocorrer auto inj\u00faria durante o efeito anest\u00e9sico p\u00f3s atendimento; 6. Aspectos b\u00e1sicos no planejamento do tratamento odontol\u00f3gico envolver\u00e3o a escolha dos materiais odontol\u00f3gicos a serem utilizados, bem como a utiliza\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o de elementos como sugador, motor, brocas, luz do refletor, entre outros. Tudo deve estar dispon\u00edvel quando o atendimento for iniciado; 7. Deve-se ter aten\u00e7\u00e3o especial quanto \u00e0s instru\u00e7\u00f5es p\u00f3s-operat\u00f3rias, que tamb\u00e9m ser\u00e3o fornecidas individualmente, considerando todas as caracter\u00edsticas do paciente e dos procedimentos realizados; 8. Lan\u00e7ar m\u00e3o de um encaminhamento, quando necess\u00e1rio, sem esquecer-se que o profissional que acolheu este paciente deve, preferivelmente, estar presente mesmo em atendimentos que necessitem de outros especialistas (como casos de tratamento endod\u00f4ntico, por exemplo); 9. O acompanhamento deve acontecer sistematicamente e pode envolver inclusive novas visitas domiciliares, prezando pela manuten\u00e7\u00e3o do v\u00ednculo estabelecido entre o paciente, seus familiares e a equipe de sa\u00fade bucal.<sup>11,16<\/sup>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pessoas com autismo podem apresentar dificuldades em colaborar durante uma abordagem odontol\u00f3gica, no entanto, \u00e9 poss\u00edvel e desej\u00e1vel que estes indiv\u00edduos sejam acolhidos em suas necessidades bucais. Para isso, profissionais da odontologia devem estar tecnicamente aptos e dispostos a desenvolver estrat\u00e9gias para realizar um atendimento que promova a sa\u00fade bucal destes sujeitos, sem gerar ang\u00fastia para os mesmos, seus familiares e profissionais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Refer\u00eancias<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1. Khatib AA,&nbsp;Teketa&nbsp;MM, Tantawi MA, Tarek O. Oral Health Status and&nbsp;Behaviours&nbsp;of Children with Autism Spectrum Disorder: a case-control study. International Journal of&nbsp;Paediatric&nbsp;Dentistry. 2014 Jul;24(4):314-23.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2. Barbara FC,&nbsp;Heijst&nbsp;V, Hilde MG. Quality of life in autism across the lifespan: A meta-analysis. Autism 2015, Vol. 19(2):158-167.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>3. Thomas N, Blake S, Morris C, Moles DR. Autism and primary care dentistry: parents\u2019 experiences of taking children with autism or working diagnosis of autism for dental examinations. International Journal of&nbsp;Paediatric&nbsp;Dentistry. 2018 Mar;28(2):226-238.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4.&nbsp;Croen&nbsp;LA,&nbsp;Shankute&nbsp;N, Davignon M,&nbsp;Massolo&nbsp;ML, Yoshida, C. Demographic and Clinical Characteristics Associated with Engagement in Behavioral Health Treatment Among Children with Autism Spectrum Disorders<em>.&nbsp;<\/em>Journal of Autism and Developmental Disorders 47:3347-3357. 2017.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5.&nbsp;Rouches&nbsp;A,&nbsp;Lefer&nbsp;G,&nbsp;Dajean-Trutaud&nbsp;S, Lopez-Cazaux&nbsp;S.&nbsp;&nbsp;Am\u00e9lioration&nbsp;de&nbsp;la&nbsp;sant\u00e9&nbsp;orale&nbsp;des&nbsp;enfants&nbsp;avec&nbsp;autisme:&nbsp;les&nbsp;outils&nbsp;\u00e0&nbsp;notre&nbsp;disposition.&nbsp;Archives&nbsp;de&nbsp;P\u00e9diatrie. 2018&nbsp;Feb; 145-149.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>6. American Psychiatric Association &#8211; Diagnostic and statistical manual of mental disorders, 5<sup>th<\/sup>&nbsp;ed. Washington, DC: American Psychiatric Association. 2013, 50-9.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>7. Mazurek M, Kager M, Van Hooser SD. Robust quantification of orientation selectivity and direction selectivity. Frontiers in Neural Circuits. 2014 Aug&nbsp;6;8:92.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>8. Crawford H, Waite J, Oliver C. Diverse profiles of anxiety related disorders in Fragile X, Cornelia de Lange and Rubinstein \u2013&nbsp;Taybi&nbsp;Syndromes. Journal of Autism and Developmental Disorders. 2017 Dec;47(12):3728-3740.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>9. Gomes PTM, Lima LHL, Bueno MKG, Ara\u00fajo LA, Souza NM. Autism in Brazil: a systematic review of family challenges and coping strategies. Jornal de&nbsp;Pediatria<em>&nbsp;&#8211; Rio de Janeiro<\/em>, v. 91, n. 2, p. 111 \u2013 121. 2015.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>10.&nbsp;Kleberg&nbsp;JL,&nbsp;H\u00f6gstr\u00f6m&nbsp;J,&nbsp;Nord&nbsp;M,&nbsp;B\u00f6lte&nbsp;S,&nbsp;Serlachius&nbsp;E,&nbsp;Falck-Ytter&nbsp;T.&nbsp;Autistic Traits and Symptoms of Social Anxiety are Differentially Related to Attention to&nbsp;Others\u2019Eyes&nbsp;in Social Anxiety Disorder. Journal of Autism and Developmental Disorders. 2017 Dec;47(12):3814-3821.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>11.&nbsp;Amaral LD, Carvalho TF, Bezerra ACB.&nbsp;Bioethics Focus to autistics vulnerability: the dental care in family health strategies.&nbsp;Revista&nbsp;Latinoamericana de&nbsp;Bio\u00e9tica. 2016 (1), 220-233.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>12. Tong HJ, Lee HY, Lee YT, Low Y, Lim CR, Nair R. Factors influencing the inclusion of oral health education in individualized education plans of children with autism spectrum disorders in Singapore. International Journal of&nbsp;Paediatric&nbsp;Dentistry. 2017 Jul; 27 (4): 255-263.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>13. Nelson T, Sheller B, Friedman CS, Bernier R. Educational and Therapeutic Behavioral Approaches to Providing Dental care for Patients with Autism Spectrum Disorder. Special Care Dentistry. 2015 May-Jun;35(3):105-13.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>14. Bartolom\u00e9-Villar&nbsp;B,&nbsp;Mourelle-Mart\u00ednez MR,&nbsp;Di\u00e9guez-P\u00e9rez M, Nova-Garc\u00eda MJ. Incidence of oral health in&nbsp;paediatric&nbsp;patients with disabilities: Sensory disorders and autism spectrum disorder. Systematic review II. Journal of Clinical and Experimental Dentistry. 2016&nbsp;8(3): e344-e351.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>15. World Health Organization (WHO) &#8211; International Classification of Diseases 11<sup>th<\/sup>&nbsp;Revision (2018).&nbsp;Dispon\u00edvel&nbsp;em:&nbsp;<a href=\"https:\/\/icd.who.int\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/icd.who.int<\/a>&nbsp;&nbsp;Acesso&nbsp;em&nbsp;29 de&nbsp;Junho&nbsp;de 2018.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>16. Amaral LD, Portillo JAC, Mendes SCT.&nbsp;Reception&nbsp;strategies&nbsp;and&nbsp;conditioning&nbsp;of&nbsp;autistic&nbsp;patients&nbsp;in Dental&nbsp;Public&nbsp;Health. Tempus&nbsp;Actas&nbsp;de Sa\u00fade Coletiva \u2013 Sa\u00fade Bucal. 2012 v. 5, n. 3 pp 105 \u2013 114&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>17.&nbsp;Cagetti&nbsp;MG,&nbsp;Mastroberardino&nbsp;S, Campus G,&nbsp;Olivari&nbsp;B,&nbsp;Faggioli&nbsp;R,&nbsp;Lenti&nbsp;C,&nbsp;Strohmenger&nbsp;L.&nbsp;Dental Care Protocol Based&nbsp;On&nbsp;Visual Supports For Children With Autism Spectrum Disorders.&nbsp;Medicina Oral, Patologia Oral Y Cirurgia Bucal. 2015&nbsp;Sep&nbsp;1;20(5):e598-604.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>18.&nbsp;Blomqvist&nbsp;M,&nbsp;Bejerot&nbsp;S,&nbsp;Dahll\u00f6f&nbsp;G. A Cross Sectional Study on Oral Health and Dental Care in Intellectually Able Adults with Autism Spectrum Disorder. BMC Oral Health. 2015 15:81 p. 1-8.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>19. Friedlander AH,&nbsp;Yagiela&nbsp;JA, Paterno VI. The pathophysiology, medical management and dental implications of fragile X, Rett and Prader-Willi syndromes<em>.&nbsp;<\/em>Journal&nbsp;of&nbsp;the&nbsp;California&nbsp;Dental&nbsp;Association. 2003 v. 31, n. 9, p. 693-702.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>20.&nbsp;Mathu-Muju&nbsp;KR, Hsin-Fang L, Nam LH, Bush HM. Visualizing the Comorbidity Burden in Children with Autism Spectrum Disorder Receiving Dental Treatment Under General Anesthesia. Pediatric Dentistry. 2016 v. 38 n. 2, p. 134 \u2013 139.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>21. Duker LIS, Henwood BF,&nbsp;Bluthenthal&nbsp;RN,&nbsp;Juhlin&nbsp;E,&nbsp;Polido&nbsp;JC, Cermak, SA. Parent\u2019s perceptions of dental care challenges in male children with autism spectrum disorder: An initial qualitative exploration. Elsevier \u2013 Research in Autism Spectrum Disorders. 2017 v. 39 63-72.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>22. Oliveira BRG,&nbsp;Collet&nbsp;N. Crian\u00e7a hospitalizada: percep\u00e7\u00e3o das m\u00e3es sobre o v\u00ednculo afetivo crian\u00e7a-fam\u00edlia.&nbsp;Revista&nbsp;Latino Americana de&nbsp;Enfermagem&nbsp;7(5):95-102.1999.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>23. Costa FOC, Fernandes APS, Regis Filho GI. Aspectos psicol\u00f3gicos no condicionamento do paciente de unidades hospitalares pedi\u00e1tricas \u2013 um estudo de caso.&nbsp;XXVI ENEGEP &#8211; Fortaleza, CE,&nbsp;Brasil. 2006.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>24. Matton S, Romeo GP.&nbsp; Behavioral regression in 2 patients with autism spectrum disorder and attention-deficit\/hyperactivity disorder after oral surgery performed with a general anesthetic. The Journal of the American Dental Association. 2017 148 (7) 519-24.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>25.&nbsp;Nilchian&nbsp;F,&nbsp;Shakibaei&nbsp;F,&nbsp;Jarah&nbsp;ZT. Evaluation of Visual Pedagogy in Dental Check-ups and Preventive Practices Among 6\u201312-Year-Old Children with Autism. Journal of Autism and Developmental Disorders. 2017 47(3):858-864.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>26. Marshall CR, Noor A, Vincent JB, Lionel AC,&nbsp;Feuk&nbsp;L,&nbsp;Skaug&nbsp;J,&nbsp;Shago&nbsp;M, Moessner R, Pinto D, Ren Y. Structural Variation of Chromosomes in Autism Spectrum Disorder. The American Journal of Human Genetics v. 82, p. 477\u2013488. 2008.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>27. U.S. Department of Health and Human Services. Practical Oral Care for People with Autism, p. 6. 2009.&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.nidcr.nih.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/www.nidcr.nih.gov<\/a>&gt;.&nbsp;Acesso&nbsp;em&nbsp;12 de&nbsp;maio. 2018.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>28.&nbsp;Orellana&nbsp;LM, Mart\u00ednez-Sanchis&nbsp;S, Silvestre FJ.&nbsp;Training Adults and Children with an Autism Spectrum Disorder to be Compliant with a Clinical Dental Assessment Using a TEACCH-Based Approach. Journal of Autism and Developmental Disorders.&nbsp;2014 Apr;44(4):776-85.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mini Curriculum&nbsp;<\/strong><strong>and<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Author\u2019s<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong><strong>Contribution<\/strong><strong>&nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>1.&nbsp;Lais&nbsp;David Amaral \u2013 Mestre e Doutora em Ci\u00eancias da Sa\u00fade&nbsp;<br>Efetiva participa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e intelectual, busca de dados, elabora\u00e7\u00e3o e reda\u00e7\u00e3o do manuscrito, revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;&nbsp;<br>ORCID: 0000-0001-5887-7911&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>2. Rafaela Sabino e Andrade \u2013 Especialista em Odontopediatria&nbsp;<br>Revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;&nbsp;<br>ORCID: 0000-0002-8117-1535&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>3. Daniele Machado da Silveira Pedrosa \u2013 Mestre em Ci\u00eancias da Sa\u00fade&nbsp;<br>Revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;<br>ORCID: 0000-0003-0536-2652&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>4. Andr\u00e9ia de Aquino&nbsp;Marsiglio&nbsp;\u2013 Mestre em Ci\u00eancias da Sa\u00fade&nbsp;<br>Revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;<br>ORCID: 0000-0002-4931-7899&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>5. Claudia Maria de Souza&nbsp;Peruchi&nbsp;\u2013 Mestre e Doutora em Ci\u00eancias Odontol\u00f3gicas&nbsp;<br>Revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;<br>ORCID: 0000-0001-9055-8005&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>6. Eric Franco&nbsp;Jacomino&nbsp;\u2013 Mestre em Odontologia e Doutor em Ci\u00eancias Gen\u00f4micas e Biotecnologia&nbsp;<br>Revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;<br>&nbsp;ORCID: 0000-0002-4349-574X&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>7. Alexandre Franco Miranda \u2013 Mestre e Doutor em Ci\u00eancias da Sa\u00fade&nbsp;&nbsp;<br>Reda\u00e7\u00e3o do manuscrito, revis\u00e3o cr\u00edtica e aprova\u00e7\u00e3o final.&nbsp;<br>ORCID: 0000-0002-9965-1406&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Link: http:\/\/www.revista.aborj.org.br\/index.php\/rbo\/article\/view\/1367\/pdf Artigo publicado na Revista Brasileira de Odontologia Revis\u00e3o de Literatura\/Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais&nbsp; Submitted: 11\/19\/2018&nbsp; Accepted: 12\/28\/2018&nbsp; ATEN\u00c7\u00c3O ODONTOL\u00d3GICA AO PACIENTE COM AUTISMO: DIRETRIZES DE ATENDIMENTO&nbsp; Lais&nbsp;David Amaral1, Rafaela Sabino e Andrade1, Daniele Machado da Silveira Pedrosa1, Andr\u00e9ia de Aquino Marsiglio1, Claudia Maria de Souza Peruchi1, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":132,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-129","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>ARTIGO: Dental care to patients with autism: clinical management guidelines - RBO - Dra. 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